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TJD-RJ reduz pena de Paulo Henrique Ganso no Carioca 2020

Inicialmente punido por nove jogos devido a xingamentos e empurrão a quarto árbitro na semi da Taça Rio, em derrota por 2 a 1 para o Flamengo, Paulo Henrique Ganso teve a pena diminuída a menos da metade. Isso porque o Fluminense recorreu da decisão em primeira instância, divulgada em abril, e conseguiu a redução junto ao TJD-RJ nesta quinta-feira. A punição, que só vale para torneios estaduais do Rio, passa a ser de quatro partidas.

Ainda cabe recurso, o que é cogitado nas Laranjeiras. Se levado ao STJD, o gancho pode ser transformado em entrega de cestas básicas. No momento, o meia fica impedido de jogar as três primeiras rodadas do Carioca 2020, posto que já cumpriu suspensão automática pelo cartão vermelho

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Suspenso por nove jogos no Carioca 2020, Paulo Henrique Ganso está liberado para encarar o Luverdense nesta terça-feira

A enorme apreensão quanto ao julgamento de Paulo Henrique Ganso, nessa segunda-feira, deu lugar ao alívio. Expulso no Fla-Flu da semifinal da Taça Rio, dia 27 de março, o meia respondeu, duas vezes, ao artigo 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), mas se livrou da denúncia no artigo 254-A (agressão física a membro da arbitragem), que previa suspensão por até um ano. As acusações são em virtude da discussão, com suposto tapa e xingamentos, com o quarto árbitro.

– Quando ele coloca a mão no meu peito, apenas afasto o braço dele. Foi indisciplinado, coisa feia, não é para atleta fazer isso. Mas foi mais para tirar a mão dele – disse o jogador, que expôs a maneira ríspida como fora tratado pelo juiz.

A defesa argumentou que não houve lesão corporal ou mesmo intenção e considerou o enquadramento no artigo 254-A como exagerado. O advogado do clube, Carlos Portinho, lembrou que o camisa 10 é réu primário.

– Não vi tapa. Ele afastou a mão do árbitro, que estava em seu peito. Atletas não deve tocar o árbitro, assim como o árbitro não deve colocar a mão no jogador. Também não vi empurrão. Houve uma peitada – alegou Portinho.

Por comparecer à audiência, Ganso ganhou até um elogio do presidente da sessão. Ao se apresentar à mesa para esclarecer o ocorrido, destacou que estar sendo julgado é uma novidade em sua carreira. Por unanimidade, o TJD-RJ definiu suspensão por nove jogos. A pena só vale para o Campeonato Carioca. Dada a eliminação do time no fim de semana, será cumprida na edição de 2020. Ainda cabe recurso.

Paulo Henrique Ganso precisou faltar ao treino desta tarde por conta do compromisso na esfera judicial. Porém, está liberado para encarar o Luverdense, às 19h15 desta terça-feira, no Maracanã, pela Copa do Brasil.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense é multado em R$ 15 mil por polêmicas em semi da Taça Rio contra o Flamengo

As polêmicas que marcaram a semifinal entre Fluminense e Flamengo na Taça Rio, em 27 de março, foram avaliadas pelo TJD-RJ em audiência nesta segunda-feira. Além de Paulo Henrique Ganso, por discussão com o quarto árbitro, e Bruno Henrique, por entrada violenta em Gilberto, os clubes e o preparador de goleiros do Tricolor, André Carvalho, passaram por julgamento.

Ao reclamar do gol invalidado pelo VAR no primeiro minuto, André Carvalho precisou deixar o campo por decisão do juiz. Foi denunciado no artigo 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) e, por ser réu primário, suspenso por só um jogo.

Em razão do atraso na reposição de bolas, o Flu sofreu multa de R$ 2 mil, baseado no artigo 191 do CBJD (deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de deliberação, resolução, determinação, exigência, requisição ou qualquer ato normativo ou administrativo do desporto a que estiver filiado ou vinculado).

Em conjunto com o rival, o time das Laranjeiras respondeu pelo tumulto no túnel que liga o gramado ao vestiário, após a derrota por 3 a 2. Foram indiciados no artigo 257 (participar de rixa, conflito ou tumulto, durante a partida, prova ou equivalente). Apesar do pedido dos advogados Carlos Portinho (Fluminense) e Michel Assef Filho (Flamengo) por absolvição, o TJD puniu os clubes em R$ 13 mil cada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

TJD-RJ levará a julgamento confusões em Fla-Flu da Taça Rio

Marcado por polêmicas desde o primeiro minuto, a semifinal da Taça Rio entre Fluminense e Flamengo, que passou para a decisão e acabou campeão sobre o Vasco, ganhará desdobramentos no TJD-RJ. Segunda-feira, Paulo Henrique Ganso (por agressão e conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), Bruno Henrique (por jogada violenta) e seus clubes serão julgados por episódios no clássico.

Em razão da confusão ao fim do jogo, no túnel que liga os vestiários ao gramado, e da impossibilidade de reconhecer os envolvidos, os rivais vão responder ao artigo 257 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), parágrafo 3. Mandante na ocasião, o Tricolor sofreu mais uma denúncia, baseada no artigo 211, por “deixar de manter o local com infra-estrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança”.

Flu e Fla, com a vantagem do empate, voltam a se enfrentar às 19h deste sábado, no Maracanã. O confronto indica um dos finalistas do Campeonato Carioca. Ganso, cumprindo suspensão automática pelo cartão vermelho, é um dos desfalques tricolores. O rubro-negro Bruno Henrique, por sua vez, está liberado, uma vez que ficou impedido de jogar contra o Cruz-Maltino.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Denunciado por “agressão física”, Ganso vai ser julgado com risco de gancho pesado

Na próxima segunda-feira, o TJD-RJ julgará o meia Paulo Henrique Ganso, expulso no último clássico com o Flamengo. Segundo a súmula assinada por Marcelo de Lima Henrique, o camisa 10 xingou e empurrou o quarto árbitro. Ele cumprirá suspensão automática no reencontro entre os rivais neste sábado, no Maracanã.

São duas denúncias no artigo 258, parágrafo 2 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), no qual a pena varia de um a seis jogos, e mais duas no artigo 254-A, parágrafo 3 (por agressão), com o agravante de ter sido direcionada a um membro da arbitragem. A punição mínima, nesse caso, é de 180 dias.

Sendo as sanções acumulativas, Ganso pode pegar gancho de até 12 jogos no Campeonato Carioca ou de até 360 dias, equivalente a um ano, em torneios nacionais.

Bruno Henrique, enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), responderá pela jogada violenta contra Gilberto, podendo sofrer suspensão de até seis jogos em campeonatos organizados pela FERJ.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense aciona TJD-RJ para derrubar veto da FERJ a clássico com o Vasco no Maracanã

Dada a polêmica sobre o lado Sul do Maracanã na final da Taça Guanabara, entre Fluminense e Vasco, em fevereiro, a FERJ determinou que os rivais só voltarão a duelar no estádio perante acordo pela alocação dos torcedores. Pensando numa eventual decisão do Campeonato Carioca, o clube das Laranjeiras acionou o TJD-RJ para derrubar o veto e terá o pedido analisado na quinta-feira.

– O que está no regulamento é que o mandante escolhe o estádio. Já a  disposição da torcida é fruto de outro contrato de natureza cível. Se o Fluminense for mandante em um clássico contra o Botafogo, pode escolher o Nilton Santos. Mas não pode tirar a torcida do Botafogo do lugar – explica o advogado que representa o Fluminense, Carlos Portinho.

Com o rompimento do Governo do Estado do Rio de Janeiro com a Odebrechet, anunciado em meados de março, o mandado de garantia impetrado pelos tricolores pode ser recusado. Isso porque o Fluminense se apoiava no contrato de 35 anos com o Consórcio, que deixará a administração do Maracanã até o dia 18 de abril, ou seja, entre as datas da final, em dois jogos, marcados para 14 e 21 deste mês.

Nesta semana, o órgão judicial ainda julgará recursos contra a multa de R$ 60 mil ao clube, “por dificultar o cumprimento do regulamento do Carioca”, e a suspensão do presidente Abad, “por incitar publicamente o ódio ou a violência” na entrevista em que convoca a torcida “à guerra”, no sentido de lotar sua arquibancada – na ocasião, a Norte.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Jornal O Globo.

TJD-RJ nega recurso contra suspensão, e Fluminense pode perder Bruno Silva para o Campeonato Carioca

Denunciado por cusparada a vascaínos em clássico no Mané Garrincha, Bruno Silva pegou suspensão por seis jogos, dos quais cumpriu apenas dois. Conseguiu efeito suspensivo, mas o TJD-RJ, nesta quinta-feira, negou o recurso impetrado pelo Fluminense para anular a pena, em decisão que, por ora, não é definitiva. Assim, o volante pode ser desfalque durante o último mês do Campeonato Carioca.

Hoje, o Fluminense recorrerá ao STJD em busca de mais um efeito suspensivo. Todavia, a questão pode não ser resolvida a tempo de relacioná-lo para o duelo com o Flamengo, domingo, pela última rodada da Taça Rio. O prazo para concluir o trâmite afim de tê-lo no fim de semana é até as 19h desta sexta-feira.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Presidente do TJD-RJ crê em chance “remotíssima” de exclusão do Carioca

Por Rômulo Morse


O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ), Marcelo Jucá, crê que a chance do Fluminense de ser excluído do Campeonato Carioca é “remotíssima”. O motivo seria o clube ter entrado com uma ação na Justiça Comum, porém, Jucá fala que “seria necessário dolo específico de se atingir a competição, o que não parece ter ocorrido”.

O tricolor agiu dessa forma visando obter uma liminar para fazer valer o contrato com o Consórcio Maracanã e o direito de se posicionar no setor sul do estádio. Por conta disso, a Procuradoria do Rio de Janeiro (TJD-RJ) denunciou o clube na última segunda, tendo a possibilidade de ser excluído do estadual. No final do mesmo dia, Marcelo Jucá, que também preside a Comissão de Direito Desportivo da OAB-RJ, negou por meio de liminar a suspensão preventiva. O caso irá a julgamento.

Até a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), que mostrou descontentamento com a atitude do presidente Pedro Abad, também não gostou da possibilidade de exclusão do clube da sua competição.  Segundo fontes escutadas pelo portal Globoesporte.com, a denúncia foi vista como um “exagero”.

Jucá foi perguntado nesta terça sobre a atuação do tribunal desportivo em casos dessa espécie. O presidente do TJD-RJ disse que a medida adotada pelo Fluminense, de acionar a Justiça Comum, normalmente é feita por clubes de menor expressão e comentou a situação.

“Na qualidade de pesquisador, com tese de Mestrado tratando justamente sobre a Justiça Desportiva, posso afirmar que foram poucos os casos de julgamentos no artigo 231 do CBJD e que na maioria das vezes são clubes de porte menor que utilizam desse expediente com o objetivo de tumultuar um campeonato. Falando apenas em tese sobre o caso específico, entendo que o Fluminense optou por defender um direito legítimo garantido em contrato e que este é conflitante com o regulamento da competição. A questão é contratual com reflexos desportivos diretos e dai, o grande desafio sobre a competência. Em uma hipótese como essa a chance de exclusão do torneio é remotíssima, pois seria necessário dolo específico de se atingir a competição, o que não parece ter ocorrido”.


Fonte: Globoesporte.com

Liminar de suspensão preventiva a Pedro Abad e ao Fluminense é negada

Por Rômulo Morse


O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva, Marcelo Jucá, negou nesta segunda a liminar para suspender de forma preventiva o Fluminense do Campeonato Carioca e o mandatário tricolor, Pedro Abad. O pedido foi feito por André Valentim, procurador-geral do TJD-RJ.

A decisão, provisória, ainda pode render a exclusão da instituição do torneio e será julgada por uma comissão disciplinar do tribunal em questão. Após tal julgamento, há duas instâncias restantes (o Pleno do TJD-RJ e, na sequência, o Pleno do do Superior Tribunal de Justiça Desportiva – STJD) até a decisão definitiva.

A denúncia  é referente às polêmicas do duelo contra o Vasco, pela final da Taça Guanabara. O clube foi denunciado nos artigos 231 e 258-D do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. O primeiro pode terminar com a exclusão do Flu do estadual e recebimento de multa entre R$ 100,00 e R$ 100 mil, relacionado a infração de acionar o Judiciário sem que esferas desportivas tenham se esgotado:

“Pleitear, antes de esgotadas todas as instâncias da Justiça Desportiva, matéria referente à disciplina e competições perante o Poder Judiciário, ou beneficiar-se de medidas obtidas pelos mesmos meios por terceiro”.

Já o artigo 258-D está ligado ao ato de conduta contrária à ética desportiva, que poderia render multa no valor de R$ 10 mil.

O mandatário tricolor, Pedro Abad, também foi enquadrado em dois artigos do mesmo código. Ele foi denunciado no artigo 243-D, que aborda “incitar publicamente o ódio ou a violência” (por conta da coletiva no último sábado, quando convocou o torcedor para “guerrear”).  A pena cabível é suspensão de 360 a 720 dia, além de punição financeira, entre R$ 100,00 e R$ 100 mil.

O segundo (artigo 258) aborda “conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva”. A penalidade seria em forma de afastamento de 15 a 180 dias.

Sessão do TJD-RJ é adiada e Bruno Silva pode atuar no Fla-Flu

Foto: Lucas Merçon/FFC

Previsão é que o julgamento aconteça na próxima semana.

A sessão do TJD-RJ que julgaria entre outros casos a cusparada de Bruno Silva em direção aos torcedores do Vasco no clássico disputado no dia 2 de fevereiro, foi adiada por conta do alerta de temporal na cidade e, dessa forma o jogador está apto para enfrentar o Flamengo em partida válida pela semifinal da Taça Guanabara.

Caso o Tricolor avance para a decisão, o jogador também poderá atuar, uma vez que a previsão é que a nova sessão aconteça só na próxima semana, com a tendência mais provável que ocorra na quarta-feira (20).

Vale destacar que o jogador corre o risco de desfalcar o Tricolor por até 18 jogos após ser denunciado nos seguintes artigos: 258 (ação contrário à ética desportiva) e 254-B (cuspir em outrem), conforme consta no Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

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