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Flamengo se manisfesta junto ao TJD-RJ e segue buscando o direito de transmitir a final da Taça Rio pela FlaTv

Embora o TJD-RJ (Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro) tenha indefinido o processo em que o Flamengo cobrava o direito de transmitir a final da Taça Rio de forma simultânea com o Fluminense, com cada equipe transmitido o jogo de seus respectivos canais, o presidente do órgão, Marcelo Jucá, deu um prazo de até às 11h desta quarta-feira (08) para que os clubes oi a Ferj se manifestasse. O Flamengo o fez.

Segundo informações do jornal O Dia, O Flamengo não só se manifestou como foi o único a apresentar sua alegação, relatando presidente Marcelo Jucá, que, como o regulamento foi feito antes da MP984, é justo que os dois clubes tenham o direito de transmitir a partida.

Ou seja, o Flamengo entende que pode por direito transmitir a final na FlaTV. Contudo, o TJD-RJ ainda não bateu o martelo.

A Ferj também se manifestou e foi em defesa do Flamengo, “Em razão do exposto não há como desconsiderar a razoabilidade do pedido deduzido pela Procuradoria”. Disse a entidade conforme informado também pelo O Dia.

Ou seja, a Ferj apoia que o Flamengo transmita a partida logo mais.

Em postagem na rede social, Mário Bittencourt, presidente do Fluminense, fez duras críticas à Ferj, e disse ainda que não irá se manifestar junto ao TJD-RJ.

Flamengo é denunciado pelo TJD-RJ por cantos homofóbicos da torcida em clássico contra Fluminense

Os cantos homofóbicos de parte da torcida rubro-negra direcionados ao Fluminense no clássico de quarta-feira, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara, renderam ao Flamengo uma denúncia pela Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ).

A acusação, protocolada nessa sexta-feira, é de autoria do procurador Luís César e enquadra o clube da Gávea nos artigos 243-G e 191 (três vezes: pela violação ao Regulamento Geral das Competições, ao Código Disciplinar da FIFA e pelo Estatuto do Torcedor) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Veja o que dizem:


Art. 243-G: Praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: (Incluído pela Resolução CNE nº 29 de 2009);

Art. 191: Deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento:
I – de obrigação legal; (AC).
II – de deliberação, resolução, determinação, exigência, requisição ou qualquer ato normativo ou administrativo do CNE ou de entidade de administração do desporto a que estiver filiado ou vinculado; (AC).
III – de regulamento, geral ou especial, de competição. (AC).


Leia nota do TJD-RJ:

“O TJD-RJ, em razão da insegurança jurídica que porventura possa ser causada, vem a público esclarecer que foi protocolada no final da tarde desta sexta-feira (14) denúncia em face do Clube de Regatas do Flamengo pelos supostos gritos homofóbicos entoados por sua torcida no último Fla-Flu, válido pela semifinal da Taça Guanabara.

A Procuradoria de Justiça Desportiva é a signatária da peça acusatória, sendo ela absolutamente independente, na forma da lei, cabendo ao Procurador avaliar a conveniência da instauração do procedimento acusatório.

O TJD-RJ esclarece, por fim, que na próxima segunda-feira (17) será divulgada a Comissão Disciplinar sorteada para julgamento da denúncia, o que se pretende fazer com a eventual celeridade que pauta a Justiça Desportiva do Estado do Rio de Janeiro”.


Publicado por: Nicholas Rodrigues.
Fonte: Globoesporte.com | Foto: Paula Reis

Um peso e duas medidas: TJD não deve denunciar Flamengo por gritos homofóbicos

Os gritos homofóbicos proferidos pelos torcedores do Flamengo no último Fla-Flu, deve passar batido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJD-RJ).

Segundo reportagem do site Globoesporte.com, a procuradoria do TJD-RJ não está convencida que o cântico “time de vi…” proferidos pelos rubro-negros no clássico da última quarta-feira (12) não deve ser suficiente para denunciar o Flamengo, diferente do que fez com o Fluminense, quando denunciou o Tricolor pelos gritos “time de assassino” cantado pelos tricolores no clássico da fase de grupos.

Na ocasião, o Tricolor foi enquadrado no artigo 243-G, combinado com 191, por praticar “ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante”. No julgamento, o Fluminense foi absolvido, levando apenas uma advertência, mas correu risco de perder três pontos no Campeonato.

No julgamento do Fluminense no entanto, deixa uma grande controvérsia no ar, uma vez que o artigo que enquadrou o Flu, o 243-G trata de cânticos e palavras preconceituosas, e que o grito “time assassino” não podeira ser enquadrado, tanto que os auditores deixaram claro em seus votos que caso fossem gritos de caráter discriminatório e não ofensivos, como “assassinos”, o clube seria punido.

Parte dos auditores do TJD entende que os mesmos argumentos, levados em consideração pela Procuradoria ao denunciar o Fluminense, devem agora ser suficientes para uma denúncia ao Flamengo.

No entanto, independentemente da ação da Procuradoria, o Fluminense pode ingressar com uma “notícia de infração” denunciando o comportamento dos torcedores adversários, mas, por enquanto, ainda de acordo com o Globoesporte.com, o clube das Laranjeiras não irá fazê-lo deixando a cargo da própria procuradoria.

Fluminense é denunciado pelo TJD-RJ por cantos de “Time assassino” contra Flamengo e pode perder pontos na Taça Guanabara

Os cantos de “Time assassino” direcionados por tricolores ao Flamengo no clássico de semana passada, em alusão à tragédia no Ninho do Urubu que matou dez jogadores da base há um ano, renderam ao Fluminense, nessa segunda-feira, uma denúncia pela Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ). A oficialização ocorre nessa terça.

O clube das Laranjeiras é acusado de “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”, de acordo com o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

O caso será levado a julgamento e, ainda segundo o CBJD, pode provocar a perda dos três pontos conquistados pelo Tricolor no duelo com o Rubro-Negro, no Maracanã, pela 4ª rodada da Taça Guanabara: “Caso a infração prevista neste artigo seja praticada simultaneamente por considerável número de pessoas vinculadas a uma mesma entidade de prática desportiva, esta também será punida com a perda do numero de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida”.

A uma rodada do fim da fase de grupos do primeiro turno do Campeonato Carioca, o Time de Guerreiros ocupa a segunda colocação da chave B com os mesmos 12 pontos do líder Volta Redonda, que leva vantagem por um gol a mais.

Publicado por: Nicholas Rodrigues.
Fonte: UOL.

Flamengo planeja mover ação contra Fluminense por canto de torcedores em alusão à tragédia no Ninho do Urubu

Durante o primeiro duelo entre Flamengo e Fluminense em 2020, quarta-feira, no Maracanã, alguns tricolores direcionaram ao rival o coro de “Time assassino”, em alusão à tragédia que matou dez jogadores da base no Ninho do Urubu em fevereiro do ano passado.

Descontente com o episódio, o Rubro-Negro, segundo o EXTRA, planeja mover ação contra o Tricolor no Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ). O caso está a cargo do advogado Michel Assef Filho.

No dia seguinte ao clássico, vencido pelo Time de Guerreiros por 1 a 0, o clube das Laranjeiras e seu presidente, Mário Bittencourt, se pronunciaram através de nota e entrevista para repudiar o ato.

Publicado por: Nicholas Rodrigues.

TJD-RJ reduz pena de Paulo Henrique Ganso no Carioca 2020

Inicialmente punido por nove jogos devido a xingamentos e empurrão a quarto árbitro na semi da Taça Rio, em derrota por 2 a 1 para o Flamengo, Paulo Henrique Ganso teve a pena diminuída a menos da metade. Isso porque o Fluminense recorreu da decisão em primeira instância, divulgada em abril, e conseguiu a redução junto ao TJD-RJ nesta quinta-feira. A punição, que só vale para torneios estaduais do Rio, passa a ser de quatro partidas.

Ainda cabe recurso, o que é cogitado nas Laranjeiras. Se levado ao STJD, o gancho pode ser transformado em entrega de cestas básicas. No momento, o meia fica impedido de jogar as três primeiras rodadas do Carioca 2020, posto que já cumpriu suspensão automática pelo cartão vermelho

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Suspenso por nove jogos no Carioca 2020, Paulo Henrique Ganso está liberado para encarar o Luverdense nesta terça-feira

A enorme apreensão quanto ao julgamento de Paulo Henrique Ganso, nessa segunda-feira, deu lugar ao alívio. Expulso no Fla-Flu da semifinal da Taça Rio, dia 27 de março, o meia respondeu, duas vezes, ao artigo 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), mas se livrou da denúncia no artigo 254-A (agressão física a membro da arbitragem), que previa suspensão por até um ano. As acusações são em virtude da discussão, com suposto tapa e xingamentos, com o quarto árbitro.

– Quando ele coloca a mão no meu peito, apenas afasto o braço dele. Foi indisciplinado, coisa feia, não é para atleta fazer isso. Mas foi mais para tirar a mão dele – disse o jogador, que expôs a maneira ríspida como fora tratado pelo juiz.

A defesa argumentou que não houve lesão corporal ou mesmo intenção e considerou o enquadramento no artigo 254-A como exagerado. O advogado do clube, Carlos Portinho, lembrou que o camisa 10 é réu primário.

– Não vi tapa. Ele afastou a mão do árbitro, que estava em seu peito. Atletas não deve tocar o árbitro, assim como o árbitro não deve colocar a mão no jogador. Também não vi empurrão. Houve uma peitada – alegou Portinho.

Por comparecer à audiência, Ganso ganhou até um elogio do presidente da sessão. Ao se apresentar à mesa para esclarecer o ocorrido, destacou que estar sendo julgado é uma novidade em sua carreira. Por unanimidade, o TJD-RJ definiu suspensão por nove jogos. A pena só vale para o Campeonato Carioca. Dada a eliminação do time no fim de semana, será cumprida na edição de 2020. Ainda cabe recurso.

Paulo Henrique Ganso precisou faltar ao treino desta tarde por conta do compromisso na esfera judicial. Porém, está liberado para encarar o Luverdense, às 19h15 desta terça-feira, no Maracanã, pela Copa do Brasil.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense é multado em R$ 15 mil por polêmicas em semi da Taça Rio contra o Flamengo

As polêmicas que marcaram a semifinal entre Fluminense e Flamengo na Taça Rio, em 27 de março, foram avaliadas pelo TJD-RJ em audiência nesta segunda-feira. Além de Paulo Henrique Ganso, por discussão com o quarto árbitro, e Bruno Henrique, por entrada violenta em Gilberto, os clubes e o preparador de goleiros do Tricolor, André Carvalho, passaram por julgamento.

Ao reclamar do gol invalidado pelo VAR no primeiro minuto, André Carvalho precisou deixar o campo por decisão do juiz. Foi denunciado no artigo 258 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) e, por ser réu primário, suspenso por só um jogo.

Em razão do atraso na reposição de bolas, o Flu sofreu multa de R$ 2 mil, baseado no artigo 191 do CBJD (deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de deliberação, resolução, determinação, exigência, requisição ou qualquer ato normativo ou administrativo do desporto a que estiver filiado ou vinculado).

Em conjunto com o rival, o time das Laranjeiras respondeu pelo tumulto no túnel que liga o gramado ao vestiário, após a derrota por 3 a 2. Foram indiciados no artigo 257 (participar de rixa, conflito ou tumulto, durante a partida, prova ou equivalente). Apesar do pedido dos advogados Carlos Portinho (Fluminense) e Michel Assef Filho (Flamengo) por absolvição, o TJD puniu os clubes em R$ 13 mil cada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

TJD-RJ levará a julgamento confusões em Fla-Flu da Taça Rio

Marcado por polêmicas desde o primeiro minuto, a semifinal da Taça Rio entre Fluminense e Flamengo, que passou para a decisão e acabou campeão sobre o Vasco, ganhará desdobramentos no TJD-RJ. Segunda-feira, Paulo Henrique Ganso (por agressão e conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), Bruno Henrique (por jogada violenta) e seus clubes serão julgados por episódios no clássico.

Em razão da confusão ao fim do jogo, no túnel que liga os vestiários ao gramado, e da impossibilidade de reconhecer os envolvidos, os rivais vão responder ao artigo 257 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), parágrafo 3. Mandante na ocasião, o Tricolor sofreu mais uma denúncia, baseada no artigo 211, por “deixar de manter o local com infra-estrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança”.

Flu e Fla, com a vantagem do empate, voltam a se enfrentar às 19h deste sábado, no Maracanã. O confronto indica um dos finalistas do Campeonato Carioca. Ganso, cumprindo suspensão automática pelo cartão vermelho, é um dos desfalques tricolores. O rubro-negro Bruno Henrique, por sua vez, está liberado, uma vez que ficou impedido de jogar contra o Cruz-Maltino.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Denunciado por “agressão física”, Ganso vai ser julgado com risco de gancho pesado

Na próxima segunda-feira, o TJD-RJ julgará o meia Paulo Henrique Ganso, expulso no último clássico com o Flamengo. Segundo a súmula assinada por Marcelo de Lima Henrique, o camisa 10 xingou e empurrou o quarto árbitro. Ele cumprirá suspensão automática no reencontro entre os rivais neste sábado, no Maracanã.

São duas denúncias no artigo 258, parágrafo 2 (conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva), no qual a pena varia de um a seis jogos, e mais duas no artigo 254-A, parágrafo 3 (por agressão), com o agravante de ter sido direcionada a um membro da arbitragem. A punição mínima, nesse caso, é de 180 dias.

Sendo as sanções acumulativas, Ganso pode pegar gancho de até 12 jogos no Campeonato Carioca ou de até 360 dias, equivalente a um ano, em torneios nacionais.

Bruno Henrique, enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), responderá pela jogada violenta contra Gilberto, podendo sofrer suspensão de até seis jogos em campeonatos organizados pela FERJ.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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