Mesmo com vitória, torcida demonstra irritação com Abel

Mesmo vencendo o Audax-RJ por 1 a 0, a torcida do Fluminense demonstrou irritação com o técnico Abel Braga, que não utilizou o meia Paulo Henrique Ganso.

O jogador que ficou de fora do jogo do último domingo (30), quando o Tricolor venceu o Madureira, voltou a ser relacionado e assim como na estreia, passou os 90 minutos no banco de reservas. Motivo esse que levou a irritação dos torcedores, que já pediam pelo camisa 10 antes mesmo de a bola rolar.

A insatisfação ficou ainda maior quando o técnico utilizou as cinco mudanças, sem optar pelo meia.

Vale destacar que segundo informações do portal NetFlu, Ganso e Abel tiveram uma discussão acalorada quando o meia descobriu que ficaria de fora da partida contra o Madureira. Informação que foi negada pelo próprio jogador.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Alvo de vaias, Danilo Barcelos da razão a torcida: “o torcedor tem todo direito de cobrar”

Principal alvo das vaias da torcida do Fluminense ao longo do empate em 0 a 0 com o Atlético-GO, o lateral-esquerdo Danilo Barcelos concedeu entrevista ainda na saída de campo e deu razão ao torcedor:

O torcedor pagou o ingresso, tem dois anos sem vir ao estádio e tem todo o direito de cobrar – disse o jogador que elogiou a partida do time e prometeu mais empenho dos jogadores:

O Fluminense fez um bom jogo, a gente entende as críticas do torcedor e por outro lado a gente sabe que nosso time tem potencial. O torcedor tá louco pra ver um gol nosso, não só pelo meu desempenho. Não adianta pedir paciência, temos que trabalhar mais e ter mais concentração na hora definir as jogadas – declarou o jogador.

Foto em destaque: Lucas Merçon/FFC

Ganso se baseia em números para discordar de vaias: “É chato porque sei que estou correndo, me dedicando”

Tem sido comum ouvir de tricolores vaias direcionadas a Paulo Henrique Ganso. Foi assim, por exemplo, na derrota por 2 a 1 para o Athletico, quinta-feira, no Maracanã. Ao Esporte Espetacular, o meia disse discordar das reclamações quanto ao desempenho em campo.

— Dizem que o Ganso não marca. Mas, como assim? Se você pegar os números, eu sou um dos caras que mais roubam bola pelo Fluminense. Estou sempre ajudando na marcação, até para fazer cobertura de lateral — explicou, completando:

— Mesmo assim, as pessoas continuam falando. É chato porque eu sei que estou correndo, eu sei que estou me dedicando, assim como os companheiros falam que estão vendo. É chato porque as vaias vêm quando o time não ganha e é por isso que eu fico triste.

Segundo o Footstats, o camisa 10, com 23 roubadas de bola, é o sexto jogador que mais desarmou pelo clube no Campeonato Brasileiro. Liderado por Caio Henrique (58), o top-5 ainda conta com Nino (47), Gilberto (41), Allan (32) e, por fim, Yuri (31).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ídolo Tricolor, Thiago Silva questiona vaias à seleção Brasileira


Foto: Simon Hofmann/Getty Images

Um dos grandes ídolos recentes da torcida do Fluminense e atual titular da zaga da seleção Brasileira comandada pelo técnico Tite, o zagueiro Thiago Silva não concordou com as vaias da torcida baiana para com a seleção após o empate de 0 a 0 entre Brasil e Venezuela em jogo válido pela segunda rodada da Copa América.

– Ao meu ver não são justas, a Venezuela pouco criou, praticamente toda segunda bola era nossa, eles estavam fechados. No todo a equipe se comportou bem, mas quando não tem o gol, parece que está tudo errado – comentou o Monstro.

Diferente do que aconteceu em São Paulo, quando a seleção foi vaiada ainda no intervalo quando empatava em 0 a 0 com a Bolívia e viria a vencer por 3 a 0 com todos os gols no segundo tempo, o Brasil deixou o campo na Arena Fonte Nova durante o intervalo sob aplausos do torcedor, que não poupou a equipe ao final do jogo e soltou uma sonora vaia ao final da partida depois dos 0 a 0 contra a Venezuela, primeiro empate da história da seleção Vinho Tinto contra uma seleção anfitriã em Copas América.

Depois do fraco desempenho, o Brasil volta a campo no próximo sábado (22) ás 16h para enfrentar o Peru, em partida que vale classificação à próxima fase do torneio.

Marcelo Oliveira admite necessidade de melhora e, pede o apoio da torcida

Impaciente, torcida vaiou o time ainda na primeira etapa.

Após empatar em 0 a 0 contra o Sport no Maracanã, o técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, reconheceu a necessidade de melhora da equipe Tricolor. Na visão do comandante, faltou mais agressividade pelos lados do campo:

– Precisamos melhorar os jogadores de lado para chegarem com mais precisão para decidir os jogos. Faltou a inspiração no mais importante. Se fizéssemos um gol mesmo sem atacar muito, estaríamos falando diferente – comentou o treinador.

Marcelo também pediu o apoio da torcida, que insatisfeita vaiou o time ainda no primeiro tempo:

– Às vezes há uma precipitação nessa questão de vaias. No Uruguai, o Nacional foi eliminado e não foi vaiado. A torcida cantou até o fim, me impressionou. Flu se acostumou a grandes conquistas e precisa conviver com o futebol atual, muito acirrado para todos. O apoio nesse momento, e contra o Atlético-PR, será muito importante – completou o treinador, que frisou ter se incomodado mais com as vais depois do apito final.

 

foto: Mailson Santana