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Ganso se baseia em números para discordar de vaias: “É chato porque sei que estou correndo, me dedicando”

Tem sido comum ouvir de tricolores vaias direcionadas a Paulo Henrique Ganso. Foi assim, por exemplo, na derrota por 2 a 1 para o Athletico, quinta-feira, no Maracanã. Ao Esporte Espetacular, o meia disse discordar das reclamações quanto ao desempenho em campo.

— Dizem que o Ganso não marca. Mas, como assim? Se você pegar os números, eu sou um dos caras que mais roubam bola pelo Fluminense. Estou sempre ajudando na marcação, até para fazer cobertura de lateral — explicou, completando:

— Mesmo assim, as pessoas continuam falando. É chato porque eu sei que estou correndo, eu sei que estou me dedicando, assim como os companheiros falam que estão vendo. É chato porque as vaias vêm quando o time não ganha e é por isso que eu fico triste.

Segundo o Footstats, o camisa 10, com 23 roubadas de bola, é o sexto jogador que mais desarmou pelo clube no Campeonato Brasileiro. Liderado por Caio Henrique (58), o top-5 ainda conta com Nino (47), Gilberto (41), Allan (32) e, por fim, Yuri (31).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ídolo Tricolor, Thiago Silva questiona vaias à seleção Brasileira


Foto: Simon Hofmann/Getty Images

Um dos grandes ídolos recentes da torcida do Fluminense e atual titular da zaga da seleção Brasileira comandada pelo técnico Tite, o zagueiro Thiago Silva não concordou com as vaias da torcida baiana para com a seleção após o empate de 0 a 0 entre Brasil e Venezuela em jogo válido pela segunda rodada da Copa América.

– Ao meu ver não são justas, a Venezuela pouco criou, praticamente toda segunda bola era nossa, eles estavam fechados. No todo a equipe se comportou bem, mas quando não tem o gol, parece que está tudo errado – comentou o Monstro.

Diferente do que aconteceu em São Paulo, quando a seleção foi vaiada ainda no intervalo quando empatava em 0 a 0 com a Bolívia e viria a vencer por 3 a 0 com todos os gols no segundo tempo, o Brasil deixou o campo na Arena Fonte Nova durante o intervalo sob aplausos do torcedor, que não poupou a equipe ao final do jogo e soltou uma sonora vaia ao final da partida depois dos 0 a 0 contra a Venezuela, primeiro empate da história da seleção Vinho Tinto contra uma seleção anfitriã em Copas América.

Depois do fraco desempenho, o Brasil volta a campo no próximo sábado (22) ás 16h para enfrentar o Peru, em partida que vale classificação à próxima fase do torneio.

Marcelo Oliveira admite necessidade de melhora e, pede o apoio da torcida

Impaciente, torcida vaiou o time ainda na primeira etapa.

Após empatar em 0 a 0 contra o Sport no Maracanã, o técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, reconheceu a necessidade de melhora da equipe Tricolor. Na visão do comandante, faltou mais agressividade pelos lados do campo:

– Precisamos melhorar os jogadores de lado para chegarem com mais precisão para decidir os jogos. Faltou a inspiração no mais importante. Se fizéssemos um gol mesmo sem atacar muito, estaríamos falando diferente – comentou o treinador.

Marcelo também pediu o apoio da torcida, que insatisfeita vaiou o time ainda no primeiro tempo:

– Às vezes há uma precipitação nessa questão de vaias. No Uruguai, o Nacional foi eliminado e não foi vaiado. A torcida cantou até o fim, me impressionou. Flu se acostumou a grandes conquistas e precisa conviver com o futebol atual, muito acirrado para todos. O apoio nesse momento, e contra o Atlético-PR, será muito importante – completou o treinador, que frisou ter se incomodado mais com as vais depois do apito final.

 

foto: Mailson Santana

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