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Mário Bittencourt critica o não uso do VAR e promete nova ida à CBF

Após mais uma rodada onde o VAR teve papel fundamental no empate do Fluminense contra o Avaí, o presidente do clube, Mário Bittencourt, usou as redes sociais para se pronunciar sobre os acontecimentos ocorridos na Ressacada.

O presidente criticou o VAR por não ter avisado ao árbitro de um puxão de camisa em Marcos Paulo dentro da área. O lance ocorreu aos 13 minutos do 1º tempo, quando o jogo ainda estava sem gols.

Foto: Reprodução/Instagram

“Acabei de chegar de Florianópolis onde acompanhei o time e após ver e rever os lances da partida não consigo entender o porquê do VAR não ter sido acionado no pênalti cometido sobre o Marcos Paulo. Não estou nem entrando no mérito do pênalti cobrado duas vezes, mas o pênalti no Marcos Paulo foi claríssimo e não marcado. Acredito que o VAR possua o objetivo de melhorar a arbitragem mas a falta de critério utilizada pelos árbitros vem causando enormes prejuízos aos clubes, em especial ao Fluminense. Como dito outro dia numa coletiva, não vejo intenção em prejudicar, mas o erros em sequência contra o Fluminense e contra outros clubes demonstram que existe a necessidade clara de definição de critérios pela CBF para o ano que vem e que esses critérios sejam divulgados antes da competição ao grande público. Vamos cobrar isso. Em outras oportunidades já fizemos representações e sempre fomos prontamente atendidos pelo Presidente da Comissão de arbitragem Leonardo Gaciba. Amanhã, terça feira, faremos novos questionamentos de forma oficial para entender quais critérios foram adotados no jogo contra o Avaí.” Saudações Tricolores.

Mário Bittencourt

O lance citado pelo presidente não foi nem sequer revisado pelo árbitro de vídeo. No fim do jogo, o Flu sofreu o empate na segunda cobrança de pênalti do Avaí. Na primeira, defendida por Marcos Felipe, o VAR o acusou corretamente de invasão e voltou atrás, anulando a defesa do goleiro.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Gilberto concorda com anulação de gol de Fred por falta na origem da jogada: “Me impediu de seguir”

Fred chegou a balançar a rede para o Cruzeiro no Mineirão, mas o juiz do jogo, após revisar o lance, anulou o gol marcado aos 9 minutos do segundo tempo. Isso porque, na origem da jogada, Robinho deixou o pé no rosto de Gilberto. O duelo dessa quarta-feira, válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, acabou ficando no 0 a 0.

— Expliquei até para o Robinho. Não sou de simular falta. Eu já tinha roubado a bola dele. Quando eu ia levantar para seguir a jogada, ele bateu, talvez sem intenção, com o pé no meu rosto e me impediu. E acabou acontecendo a jogada de gol. Sendo falta ou não, acabou me impedindo de seguir na jogada. Se é um lance para o VAR interferir, na minha opinião, interferiu da maneira correta — disse o lateral-direito.

O VAR precisou entrar em ação mais duas vezes, na primeira etapa. Foi cancelada a expulsão de Yuri por falta em Jádson e aplicado ao volante o cartão amarelo, que o tira da próxima rodada, sábado, contra o Bahia, no Maracanã. Além disso, sobrou um amarelo para Fred por empurrão em Paulo Henrique Ganso. Perguntado sobre o uso da tecnologia, Marcão disse concordar, mas quer que decisões sejam mais rápidas.

— Perde um pouco de timing. O jogo estava quente, corrido. Temos acompanhado em alguns países a decisão com um pouco de mais rapidez. Melhorar essa questão do tempo para não esfriar o espetáculo é importante. O VAR é justo. Tem que ter justiça. Eu apoio. Mas é possível encurtar esse tempo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Para Pablo Dyego, VAR ajudou o Corinthians: “esfriou o jogo”

Foto: Divulgação

Autor do gol de empate do do Fluminense diante do Corinthians, o atacante Pablo Dyego questionou a atuação do VAR no jogo.

O árbitro paralisou a partida por mais de cinco minutos após o gol e, na visão do atacante, esfriou o ímpeto do Tricolor:

– Atrapalhou muito (VAR). A gente estava numa adrenalina tremenda. Se a bola tivesse rolado de imediato, nós iríamos sufocar eles (Corinthians) e teríamos mais chances de virar o jogo. Mas ficou naquela indefinição e acabou esfriando um pouco – afirmou o atacante.

CONMEBOL libera informações audiovisuais do VAR

Foto: Divulgação

Em busca de tentar dar uma maior transparência as decisões tomadas pelo VAR, a CONMEBOL comunicou que irá liberar todas as informações audiovisuais do recurso.

De acordo com a entidade, a ideia e levar mais transparência e credibilidade nas decisões tomadas pelo árbitro e seus auxiliares.

O recurso ainda de acordo com a entidade será liberado em todos os jogos sob a tutela da CONMEBOL, seja ele válido pela Libertadores ou Sul-Americana.

– O VAR é uma ferramenta que chegou para ficar no futebol internacional, e é por isso que precisamos do processo de adaptação de ambos os árbitros, jogadores, torcedores e jornalistas para serem realizados com a máxima transparência. Nesse sentido, a possibilidade de acessar o registro audiovisual revelará como é feita a revisão de uma peça duvidosa a partir do momento em que o jogo é interrompido, até o momento em que é tomada a decisão da arbitragem – disse Wilson Seneme, Presidente da Comissão de Arbitragem da CONMEBOL.

A entidade publicou a nova medida em suas redes sociais:

Clubes precisam cobrar transparência da CBF em relação ao VAR

Clubes precisam cobrar transparência da CBF , em relação ao VAR.

Não é a primeira vez nem a última que um clube é prejudicado pelo VAR , ou pela falta da solicitação do VAR.
Ganso foi atingido na área e após rever a jogada diversas vezes entendi que houve a penalidade , como sou árbitro formado pela EAFERJ , afirmo existem várias maneiras de se lidar com essa tecnologia , e sim pode ser utilizada por conveniência se não houver transparência, o essencial é transparência , o VAR deve ser gravado , as imagens diversas cedidas , e todas as atitudes da equipe de arbitragem devidamente documentadas , quem não deve não teme!
Veja o caso hoje , e não é choro de perdedor , saibamos separar as coisas , em outra matéria que fiz há minutos atrás , sou bem claro que não se justifica perder tantos gols e ter tanta ineficiência , o Fluminense não mereceu a vitória por pura incompetência. Mas há de se salientar, houve um erro de arbitragem devidamente evidenciado e que a regra permite voltar , o VAR não foi solicitado por que? O Clube precisa cobrar a CBF , e os árbitros precisam em qualquer dúvida dessas, solicitar o VAR, o Fluminense foi prejudicado contra o Goiás e agora contra o CSA em pleno Maracanã! Será mesmo que esse tipo de acontecimento seria possível contra o Flamengo ou Corinthians?! Há de salientar que as imagens diversas para a arbitragem de vários ângulos é cedida gentilmente pela Globo.
Vamos entender que o lance foi capital independente da ineficiência do nosso ataque e de nossa debilidade na defesa, se o VAR fosse devidamente acionado , como manda a regra , evitaria a derrota tricolor! A pergunta que não quer calar : porque o VAR não foi acionado após o Gol do CSA , já que a bola não parou , após polêmico penal sofrido pelo Ganso?!
No vôlei quem pede é o clube , porque precisamos ficar na mão da arbitragem devidamente na solicitação do VAR? Quem deve solicitar o VAR é o clube ! E a transparência tem que ser total , nas decisões da equipe de arbitragem!

Só em jogadas de penalidade, impedimento ou cartão como manda a regra , com um limite de e até 3 pedidos por período. Com a arbitragem prudentemente obviamente também solicitando assim se for necessário!

Imagem : ver-o-fato.com.br

Por Marco Velloso

Ganso demonstra indignação e esbraveja contra o VAR: “Sempre marcam contra nós”

Camisa 10 tricolor não escondeu a revolta com o árbitro de vídeo após o pênalti assinalado contra o Fluminense nos acréscimos

Foto: Mailson Santana / FFC

O pênalti marcado contra o Fluminense no último minuto do jogo contra o São Paulo foi motivo de reclamação após a partida. Principalmente na entrevista de Paulo Henrique Ganso na zona mista. Camisa 10 tricolor, o meia reclamou bastante da intervenção do VAR, que fez com que o árbitro revisasse o lance e assinalasse toque de mão de Allan. Então, Reinaldo cobrou a penalidade e decretou da equipe paulista por 2 a 1 em pleno Maracanã.

“Se tiver uma chance contra nós, sempre marcam contra nós. Fazer o que? Agora é continuar trabalhando e pensar em terça-feira”, esbravejou.

Com o resultado, o Fluminense segue na zona de rebaixamento, em 17º lugar. São apenas nove pontos conquistados em 12 rodadas. Agora, o time de Fernando Diniz vira a chave e foca na partida de volta das oitavas da Copa Sul-Americana, contra o Peñarol, na próxima terça (30), às 21h30 (de Brasília), no Maraca. Como venceu no Uruguai por 2 a 1, o Tricolor pode até perder por 1 a 0 que avança às quartas da competição.

Prejudicado ? Posição do Flu sem o VAR seria melhor do que a atual

Foto: Divulgação

O primeiro ano do uso do VAR no Campeonato Brasileiro tem trazido grande divergências nas marcações das jogadas, somado ainda ao tempo que tem demorado na análise do lance. Tais fatos vêm incomodando não só a midida especializada como também os torcedores.

No caso do Fluminense então, a torcida vem questionando muito o uso do recurso, alegando que a “interferência” está prejudicando o Tricolor no Campeonato.

O fato é que a posição do clube das Laranjeiras muda caso tire as marcações oriundas do polêmico VAR.

Dados: Alexandre Siqueira

Atualmente o Flu ocupa a 13° colocação, com 7 pontos, sem o Var, o clube estaria na 12°, com 10 pontos.

Fonte: Alexandre Siqueira

Opinião – De que VARle o árbitro de vídeo ?

Foto: Reprodução/Lance!

Mais um fim de rodada do Campeonato Brasileiro e o grande protagonista, novamente: o VAR. o que r a era pra ser a solução passa a ser a grande discussão.

A rodada foi polêmica, com diversos lances revisados pelo árbitro e vídeo. Mas será que ajudou ?

Para não ficar com muitas delongas, vamos concentrar nos lances do jogo entre Bahia x Fluminense, partindo de um simples ponto do regulamento da Ifab (International Football Association Board, o órgão que trata de mudanças nas regras do futebol) e que prevê a utilização do recurso apenas em lances claros, deixando os interpretativos por conta do juiz de campo. Contudo tal determinação está sendo descumprida não só no Brasil como também em vários países que adotaram o recurso. Como explicou Leonardo Gaciba em matéria publicada no site ChuteiraFC, em 9 de janeiro de 2019.

Vendo por esse lado a grande questão a ser levantada é em relação a marcação do pênalti, que é claro lance interpretativo. Já a questão da volta na cobrança, o lance foi correto – embora tivesse que ter sido visto pelo juiz de campo. Cabe agora ser usado em todos os jogos: o goleiro se adiantou ? Volta e cobra de novo.

Outro ponto a ser levantado é se o VAR não podia ter avisado ao juiz sobre uma possível falta em Pedro na origem do lance que se originou o pênalti. Caso tenha ocorrido a falta, não haveria o pênalti.

Ainda em relação ao pênalti marcado, as comparações de Gaciba no site ChuteiraFC pode ser trazidas para dois lances envolvendo o próprio Fluminense.

No partida contra o Santos, a bola desvia na mão de Pituca dentro da área em lance bem semelhante ao de Gilberto nesse último jogo contra o Bahia, sendo que na época do jogo contra o Santos, o VAR sequer foi acionado, deixando claro que em lance interpretativo o uso do recurso aumenta ainda mais a chance de erros e discussões n futebol.

Comentarista analisa lance de possível pênalti para o Flu

Foto: Reprodução/Premiere

Um lance chamou a atenção na partida entre Santos e Fluminense, que terminou com a vitória do Peixe por 2 a 1 sobre o Tricolor.

O lance aconteceu no final do primeiro tempo, quando o zagueiro do Santos, Gustavo Henrique, tenta cortar uma bola e a gorducha bata na mão de Diego Pituca. O árbitro da partida, Wilton Pereira Sampaio, nada marcou e segure consultou o VAR.

Mas para o comentarista de arbitragem do grupo Globo, Sandro Meira Ricci, a decisão de juiz foi acertada:

– Ali foi um movimento de equilíbrio. Nesse lance não foi nada. O Gustavo Henrique cabeceia na mão do Pituca que está descendo e nem vê a bola. Acertou o árbitro Wilton Pereira Sampaio e não houve a penalidade – comentou Ricci.

Reveja o lance:

O problema não é o VAR. E sim, a arbitragem

O brasileirão começou e o Fluminense tropeçou feio em casa. Uma derrota amarga, com um gol, vamos dizer, ridículo, marcado por Rafael Vaz de falta por baixo da barreira no fim do jogo, levando os 17 mil tricolores ao ódio e a vaiar o time.

Mas o que chamou atenção no Maracanã ontem, foi o VAR. Ou, na verdade, o juíz Dewson Freitas. Uma atuação de chamar muita atenção da comissão de arbitragem da CBF. Erros grosseiros que determinaram o rumo do jogo e afetou muito os jogadores.

Primeiramente, Luciano não participou do lance do gol de Everaldo, em que o juíz, mesmo olhando-o no monitor do VAR, anulou o gol legal, afirmando que o jogador estava na frente do goleiro, participando do lance.

O segundo momento crucial foi na suposta falta marcada onde o Goiás marcou seu gol. Everaldo não fez falta. E ainda levou cartão amarelo por reclamar com a arbitragem.

No primeiro tempo, Bruno Silva sofreu falta dentro da área. Dewson marcou o pênalti. Depois, esperou quase três minutos e foi chamado pelo árbitro de vídeo para um suposto impedimento. No final, o jogador não estava em posição irregular e não estava impedido. Mas o que ele marcou? Só ele sabe.

Apesar disso tudo, ele ainda marcou um pênalti, também no VAR, onde Yago encostou a mão na bola. Cobrança que demorou 30 minutos para ser cobrada por causa da falta de iluminação no Maracanã. E Luciano conseguiu a proeza de perder a penalidade.

Após tantas polêmicas e confusões, é possível que tiremos algumas conclusões. O VAR funciona, isso é óbvio. Mas o despreparo da arbitragem brasileira é inacreditável. Vemos os campeonatos europeus todos utilizando essa tecnologia. Vimos na Copa do Mundo, na Champions League, mas o mais incrível é que no Brasil, o VAR consegue ser estragado. Falta preparo para os árbitros. Como utilizar uma alta tecnologia mas o básico, que é apitar um jogo de futebol estando em cima dos lances, não se faz. Ainda tendo a opção de rever os lances polêmicos e mesmo assim, a justiça não é feita.

O que chegou para ser uma tremenda ajuda, poderá atrapalhar cada vez mais a conturbada arbitragem brasileira.

E estamos só na primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Crédito da Foto: Blog Do Rica Perrone

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