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Participativa, mas prejudicada pelas expulsões: a estreia de Nenê pelo Fluminense

Recém- contratado, atleta de 38 anos fez seu primeiro jogo com a camisa tricolor na derrota por 2 a 1 para o Vasco, em São Januário

Foto: Lucas Merçon / FFC

A derrota por 2 a 1 para o Vasco marcou a estreia de Nenê pelo Fluminense. Contratado depois de uma longa novela junto ao São Paulo, o meia atuou pela primeira vez com a camisa tricolor justamente contra o Cruzmaltino, clube que defendeu por quase três anos. Diante de um desempenho pouco inspirado do time de Fernando Diniz, o jogador de 38 anos foi um dos únicos que se salvou no revés em São Januário.

Titular devido ao desfalque de Paulo Henrique Ganso, Nenê se portou bem na sua estreia. Buscando jogo, o meia foi participativo, segurou bem a bola e cavou faltas com inteligência. Diante de uma equipe que não tinha grande criatividade – muito pelas ausências de Allan e Ganso -, o recém-contratado acabou se vendo sozinho em algum momentos, mas junto de Daniel – que também não conseguiu produzir o desejado – foi quem tentou criar.

Com o retorno do meio-campo titular, Nenê só tem a evoluir. Apesar da idade, o jogador contribui no setor de criação de jogadas e tem um toque de bola refinado, além de ser importante na bola aérea, onde o Fluminense sofre em busca de um bom aproveitamento. Além dos desfalques, que foram cruciais na partida ruim do Tricolor das Laranjeiras, a expulsão Digão interferiu na atuação do meia, que acabou sendo sacado para dar lugar a Frazan, que minutos depois também levou o cartão vermelho.

Mantendo-se bem fisicamente, Nenê tem muito a somar ao elenco. Junto de Ganso, Allan e Pedro, destaques do time, e Wellington Nem, que quando estiver 100% também entrará na equipe, o meia pode ser peça-chave para uma recuperação do Fluminense no Campeonato Brasileiro e para manter vivo o sonho de título na Copa Sul-Americana.

Porém, como ainda não está inscrito na competição, Nenê só voltará à campo no dia 3 de agosto, quando o Tricolor recebe o Internacional, pela 13ª rodada. Isso porque o jogador de 38 anos, além de não enfrentar o Peñarol nos jogos de ida e volta, não poderá ser escalado contra o São Paulo na próxima rodada do Brasileirão por um acordo feito na rescisão de contrato com o clube paulista.

Agenor comemora chegada de novos reforços e projeta clássico contra o Vasco

Dono da meta tricolor, goleiro analisou postura necessária para conseguir bom resultado em São Januário e respirar no Brasileirão

Foto: Lucas Merçon / FFC

Depois de um empate frustrante dentro de casa contra o Ceará, o Fluminense virou a chave e começou a preparação para o clássico contra o Vasco, no próximo sábado (20), às 11h (de Brasília), em São Januário, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na 15ª posição com apenas nove pontos conquistados até aqui, o Tricolor precisa de um bom resultado para se distanciar da parte de baixo da tabela e respirar na competição.

Nesta quinta (18), Agenor concedeu entrevista coletiva após o treinamento no CTPA e projetou o duelo contra o Cruzmaltino. De acordo com o goleiro, o jogo será bastante disputado e as duas equipes buscarão a vitória.

“Podemos esperar um clássico bastante disputado, com as duas equipes buscando a vitória. É um horário atípico, sábado, 11h. Mas já jogamos neste horário, não é novidade. Nesta semana treinamos mais pela parte da manhã. Fizemos uma boa semana de trabalho, visando o próximo jogo. Esperamos chegar em São Januário e fazer uma boa partida”.

Perguntado sobre a postura necessária para bater o Vasco, o atual titular da meta tricolor destacou que é importante manter o estilo de jogo passado por Fernando Diniz independentemente do panorama que se desenhar durante a partida.

“Postura tem que ser da maneira que viemos jogando, imponto nosso ritmo de jogo, nossa maneira de jogar. Sabemos que clássico é diferente, ainda mais fora de casa. Mas independentemente do adversário, não podemos mudar o que viemos treinando desde o início do ano. Temos que chegar em São Januário, fazer uma boa partida e buscar os três pontos”.

Agenor também comentou sobre o fato do Fluminense acabar sofrendo gols em quase todos os jogos. Para ele, é necessário corrigir falhas na origem das jogadas, para assim evitar que a defesa seja vazada de forma ‘boba’.

“Viemos tomando muitos gols, mas não são em situações criadas. São situações que acontecem no jogo. No último foi um bate e rebate na área e o cara fez um gol de bicicleta. Cada gol que tomamos existe um por quê. E estamos corrigindo esses por quês. Determinadas partidas que fizemos deixamos a desejar seja em marcação, posicionamento, imposição. Isso tudo agrava na hora de tomar gol. Gol quando toma é o detalhe final. Mas a origem da jogada é que faz toda a diferença. Temos que corrigir esses detalhes. Incomoda bastante, não só a mim. Sabemos que podemos melhorar, e temos que melhorar”.

Veja outros assuntos comentados na coletiva de Agenor:

Nenê e Wellington Nem

“Um cara superbacana (Nenê). Já conhecíamos ele de outros clubes. Grupo recebeu ele da melhor maneira possível. Já chegou, treinou. Se vai jogar ou não é com Diniz. Se começar jogando, vai nos ajudar bastante, se entrar no decorrer, também. Não temos que pensar só nesse jogo do Vasco. A nível de campeonato fortalece ainda mais o elenco. Temos o Ganso, o Daniel, o Allan, que ajudam bastante. Quem ganha é o Fluminense. Temos que tirar proveito de ter esses jogadores”.

“Todo jogador que tenha qualidade é muito bem-vindo. Ele (Nem) vindo é um baita de um reforço. Todos sabemos da qualidade dele. É mais um cara que temos que tirar proveito. Campeonato longo e disputado como Brasileiro, fortalecer cada posição do elenco o Fluminense fica mais fortalecido”.

Rodolfo

“É um cara muito bacana. Independentemente do que aconteceu, temos total confiança dele. Já falamos com ele após o episódio. O grupo inteiro está solidário. Sabemos a dificuldade que ele vem passando. Entendemos que podemos contribuir com ele com mais coisas, mas vamos deixando ele no tempo dele. No momento ele fica mais com a família, recluso aos advogados. E a partir do momento que ele conversa conosco, abraçamos ele da melhor maneira possível. Afinal de contas, foi um fato isolado. Mas por trás desse fato ele é uma grande pessoa, um pai de família. O grupo é o mais acolhedor possível com ele”.

Auto-avaliação

“Avalio que venho fazendo uma sequência boa. Os erros que aconteceram fui o primeiro a colocá-los. Sempre converso com o treinador de goleiros e com o Diniz, sempre procuro tirar o máximo dos dois para que os erros cometidos não venham a acontecer. Mas de modo geral venho fazendo uma ótima sequência”.

Muriel

“Fico feliz com o Muriel comigo aqui. Nos criamos na base do Inter. Temos dez anos de convivência, passamos praticamente a infância inteira juntos, subimos ao profissional juntos. Quando soube que ele viria, conversamos. Quem ganha é o Flu. Sei da capacidade dele, sei que Flu espera bastante dele. Ele sabe também das disputas que terá aqui, do tamanho do clube”.

Desempenho x Resultado

“Estamos fazendo bons jogos e os números às vezes não correspondem. Hoje o mais importante para o Fluminense é somar pontos, ganhar partidas. Temos sim que jogar bem, continuar com a postura que estamos jogando, só que ganhando jogos. É uma cobrança interna nossa”.

Desfalques de Allan e Ganso

“São posições que vêm fazendo a diferença. Sabemos da qualidade do Allan e o quanto ele cresceu durante a temporada. Faz diferença dentro de campo. Entendo que temos jogadores que fazem a função dele. Todo mundo que entra vai manter o padrão de jogo que viemos mostrando. É torcer para quem entrar fazer o melhor jogo possível e que possa nos ajudar dentro de campo”.

Pressão sobre Fernando Diniz

“O grupo inteiro tem ciência. Sabemos que no Fluminense a pressão é grande. Viemos jogando bem, mas temos que focar em ganhar partidas, somar pontos. O Fluminense não pode ficar na situação que se encontra na tabela, temos que estar na parte de cima. Claro que a pressão sobre o treinador é grande. Mas o Diniz é um cara especial, nos trata com bastante atenção e carinho, independentemente da pressão que vem sofrendo. O grupo reconhece isso, abraça ele desde que chegou aqui. Nesse sentido, o grupo passa bastante tranquilidade para ele, para que possamos buscar os resultados que precisamos”.

Peso

“Não gosto muito de falar sobre essas coisas. Fui bastante cobrado desde o início. Hoje me encontro, sim, no meu peso. Pode pegar os números aqui. Sei da cobrança que tenho no Fluminense. Hoje me sinto titular no Fluminense, mas não me sinto acomodado. Procuro a cada dia melhorar mais, evoluir como pessoa. Após a parada pude voltar abaixo do peso. Não ligo muito para essas críticas. Procuro sempre focar no meu trabalho no dia a dia. Procuro tirar o máximo do preparador de goleiros, do Diniz. Sigo tranquilo, independentemente das críticas, me preocupo sempre no próximo jogo. Minha preocupação agora é o Vasco e é isso o que tenho que fazer”.

Desfalque: Ganso recebe terceiro amarelo e não vai enfrentar o Vasco

Camisa 10 tricolor foi punido após se envolver em discussão com o goleiro do Ceará

Foto: Lucas Merçon / FFC

No duelo que fechou a 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, Fluminense e Ceará se enfrentaram no Maracanã e empataram em 1 a 1. Apesar de ter finalizado mais e desperdiçado chances de gol, o Tricolor não conseguiu sufocar a equipe adversária com seu ritmo de jogo e quase perdeu a partida, já que o Vozão chegou a balançar as redes pela segunda vez, mas teve o gol anulado após o árbitro utilizar o VAR e marcar impedimento.

Além do tropeço dentro de casa, o Fluminense tem mais uma notícia ruim. Paulo Henrique Ganso, um dos principais jogadores do time, está de fora do clássico contra o Vasco, no próximo sábado (20), às 11h (de Brasília), em São Januário. O camisa 10 recebeu o terceiro amarelo após se envolver em uma discussão com Diogo Silva, goleiro do Ceará. Após a partida, o meia comentou sobre o tropeço dentro de casa e revelou que não sabia que estava pendurado.

“Ninguém queria o empate. Tivemos chances no primeiro e no segundo tempo. Na verdade, nem sabia que eu estava pendurado. Uma pena que não vou participar do clássico, mas é pensar na Sul-Americana depois”, disse.

Mesmo com o resultado ruim, o Fluminense deixou a zona de rebaixamento. Agora, a equipe de Fernando Diniz está na 15ª posição, com nove pontos somados. Assim como a partida contra o Ceará, o jogo contra o Vasco é essencial para o Tricolor deixar a zona de perigo, já que o Cruzmaltino tem a mesma pontuação e está apenas uma posição abaixo.

Vasco não precisará pagar a multa pela abertura dos portões do Maracanã

Foto: André Fabiano/Estadão Conteúdo

A multa foi imposta pela desembargadora que determinou os portões fechados na final.

Por determinação do desembargador André Ribeiro, o Vasco não precisará pagar a multa de R$500 mil, imposta pela também desembargadora, Lúcia Helena de Passos.

A determinação de Lúcia Helena era que a final da Taça Guanabara fosse realizada com portões fechados e, caso a ordem não fosse cumprida, ok responsável arcaria com a multa. Mesmo ciente do valor, o Vasco, mandante da partida assumiu o risco e liberou a entrada de seus torcedores.

Contudo, André Ribeiro, que estava de plantão no dia, revogou a decisão de Lúcia Helena, deixando o Cruz-maltino livre da multa.

 

Árbitro de Flu e Vasco relata xingamento de Airton na súmula

Por Rômulo Morse


Árbitro da final da Taça Guanabara, na qual o Vasco venceu o Fluminense por 1 a 0, Bruno Arleu Araújo relatou na súmula xingamentos do volante Airton. Por conta da reclamação, já nos últimos instantes da partida no Maracanã, o atleta foi expulso.

– Expulsei com cartão vermelho direto o atleta Airton (…) por haver proferido as seguintes palavras em minha direção: “Você é um m…, você conseguiu o que queria”. – descreveu o árbitro.

Outro que recebeu a punição foi o atacante Luciano. Após consultar o VAR (árbitro de vídeo), utilizado pela primeira vez no Campeonato Carioca, o juiz viu um empurrão do jogador depois que uma confusão foi armada por conta da falta de Andrey em Calazans, já nos acréscimos. Bruno Arleu foi notificado, consultou o lance e puniu o camisa 18 tricolor. O volante vascaíno ficou com o cartão amarelo.

Flu e Vasco lucram R$ 109 mil cada com renda da final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


Em meio a confusão no duelo entre Vasco e Fluminense, no domingo, pela final da Taça Guanabara, os clubes tiveram lucro. A final no Maracanã rendeu R$ 109.013,75 para cada equipe. Com 29.002 torcedores presentes, as equipes ficaram com apenas 20% do valor total arrecadado de R$ 1.129.912,00.

Segundo o borderô do jogo, publicado no site da Ferj, o clássico teve despesa de R$ 911.884,49, sendo sua maior parte referente ao aluguel do estádio, custando R$ 470 mil. Já a federação conseguiu ficar com quantia considerável, tendo apenas R$ 7 mil a menos que os times. A taxa da entidade, que custou nessa ocasião R$ 102.181,60, é cobrada em partidas de teor decisivo ou em duelos que envolvam os quatro grandes.

Confira abaixo o documento:

 

Pra cima Fluzão – A decisão que antes do jogo já tem um derrotado

Caros tricolores, restando poucas horas para o início do jogo que apontará o campeão da Taça Guanabara, o torcedor não sabe de qual lado do estádio irá comemorar o título.

Pois pra mim, essa decisão já tem um derrotado, e é o Fluminense. Explico: se o Tricolor tem contrato assinado dando-lhe o direito de ter o torcedor do lado direito, a questão não deveria nem ser levantada. Se o Vasco, como mandante quer jogar no Maracanã, que jogue de acordo com o que diz o contrato, se não está satisfeito, leva o jogo para outro estádio, simples. Mas a Ferj demonstrou que não tem o menor interesse em dialogar com o Tricolor.

Esse episódio deixou claro que o Fluminense está totalmente largado às traças. Imagine você pagando um seguro para seu carro e, quando bate, a seguradora simplesmente lhe dá uma bicicleta com a justificativa de que é uma tradição antiga da empresa ? Surreal.

Outra questão é a segurança do torcedor, deixada de lado pelo Vasco e Ferj, ao iniciarem as vendas com o Fluminense sendo amparado por além do contrato, uma ordem judicial. Mas num país onde o resultado de campo é o mais importante, mesmo que para conquista-lo tenha burlado a regra, não me espante de grande parte da nossa mídia colocar o Fluminense como vilão.

Como vocês acham que o torcedor, se é que vai ter, chegará ao jogo ? Em uma final que já está marcada pela briga sem sentido nos bastidores, pode ter uma marca ainda mais triste: uma confusão entre as duas torcidas. E se caso isso venha acontecer, que seja cobrado do maior responsável, a Ferj.

E pra encerrar, deixo uma pergunta no ar: Se a Ferj, não cumpre o que está escrito, como a mesma pode cobrar qualquer clube que cumpra com o regulamento do campeonato ?

O será que é aquela história: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço ?

Fluminense emite nota sobre decisão dos portões fechados na final da Taça Guanabara

Por Rômulo Morse


O Fluminense emitiu na madrugada desse domingo uma nota oficial referente a decisão de ter portões fechados contra o Vasco, no Maracanã, às 17h do mesmo dia,  pela final da Taça Guanabara. No texto, o clube informou que por conta da desobediência do contrato com o consórcio e da liminar, que garantia o setor sul ao tricolor, fez o requerimento para tal buscando a segurança dos torcedores.

Ainda segundo o comunicado, publicado no site do clube,  o time das Laranjeiras também fala que busca “a preservação do seu direito”. Na mesma madrugada, a desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, determinou que o jogo não tivesse torcida e que tivesse  a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Confira, na íntegra, a nota oficial:

O Fluminense FC comunica que, diante do descumprimento do contrato e decisões judiciais por parte do Maracanã e Vasco da Gama, como medida extrema e buscando a segurança de todos os torcedores e a preservação do seu direito, requereu, entre outros pedidos, que a final se desse com portões fechados. A desembargadora acolheu o pedido do Fluminense, negando a tentativa do Vasco de se esquivar da decisão judicial que impedia o acesso de sua torcida ao setor Sul do Maracanã.

Enquanto o Clube aguardava a decisão da desembargadora de plantão – proferida apenas nesta madrugada, postergamos tanto quanto possível a venda de ingressos nas Laranjeiras.

Por esse motivo, mantida essa decisão, não abriremos a venda de ingressos neste domingo nas Laranjeiras.

Lamentamos muito que a festa das torcidas não aconteça na partida de logo mais, mas estamos certos que a torcida tricolor apoia e está ao lado do Fluminense nesse imbróglio.

Portões fechados na final da Taça Guanabara foi decretado por motivos de segurança

Por Rômulo Morse


A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, válido pela final da Taça Guanabara, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, que também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos, teve como justificativa a segurança dos torcedores.

Tal ação foi tomada após o time Cruz-Maltino entrar com um agravo de instrumento durante o plantão judiciário visando derrubar uma liminar conquistada pelo Fluminense. A mesma reconhecia o tricolor tendo direito ao setor sul do estádio, o que é previsto em contrato do time das Laranjeiras com o Complexo Maracanã, assinado em 2013.

Lucia Helena do Passo considerou que, pelo acordo firmado, as partes deveriam se entender com o Fluminense em relação a utilização do setor em disputa, algo que não aconteceu. A desembargadora também ressaltou a possibilidade de episódios de violência entre as torcidas e criticou o comportamento dos dirigentes.

Segundo ela, as atitudes e falas de Alexandre Campello, presidente do Vasco, e Pedro Abad, mandatário do Fluminense, “acirram o conflito posto e, agressivamente, incitam a violência entre os torcedores”. Dessa forma, por motivos de segurança, optou pela determinação dos portões fechados.

Confira abaixo o documento na íntegra: 

Desembargadora determina final da Taça Guanabara sem torcida

Por Rômulo Morse


Nova reviravolta na tumultuada final da Taça Guanabara. A Justiça decretou que o clássico entre Vasco e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Maracanã, seja sem torcida, com os portões fechados. A decisão, emitida pela desembargadora de plantão, Lucia Helena do Passo, também determinou a devolução do dinheiro para aqueles que já compraram seus ingressos.

Mais informações em breve.

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