Fora de casa, Fluminense perde para o Sesi Bauru pela Superliga

O Fluminense foi superado pelo Sesi Vôlei Bauru neste domingo, em jogo válido pela quinta rodada da Superliga 1XBET Feminina. Jogando no Ginásio Paulo Skaf, em Bauru, São Paulo, o Tricolor perdeu por 3 sets a 1 para o adversário, parciais de 25/21, 20/25, 25/20 e 25/20.

Com o resultado, o Fluminense segue com nove pontos conquistados e passa a ocupar a quinta posição na tabela de classificação. O time soma três vitórias e duas derrotas em cinco jogos disputados.

Apesar do revés, a ponteira Elina foi a maior pontuadora em quadra, com 17 pontos, seguida pela também tricolor Gabi Cândido, com 15.

Na sexta-feira (25/11), o Fluminense volta a jogar diante de sua torcida. O Tricolor recebe o Esporte Clube Pinheiros no Hebraica, às 19h30, em jogo válido pela sexta rodada da Superliga Feminina.

O Fluminense começou o jogo com:  Juma, Lara, Gabi Cândido, Elina, Lays, Bruna Moraes e Lelê.
Entraram: Amanda, Kimberlly, Pietra, Dani Seibt, Teté e Larissa.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Marcelo Ferrazoli/Sesi-SP

Invicto na Superliga, Fluminense enfrenta o Sesc no Hebraica

Com três vitórias nas primeiras rodadas, o Fluminense defende sua invencibilidade na Superliga 1XBET Feminina nesta terça-feira (15/11), quando enfrenta o Sesc RJ Flamengo, às 19h, no ginásio do Clube Hebraica, pela quarta rodada da competição. Os ingressos estão esgotados para a partida, que terá transmissão ao vivo pelo canal sportv 2.O Tricolor ocupa o terceiro lugar na tabela de classificação com nove pontos conquistados, enquanto o adversário está na décima colocação com apenas um ponto.Nesta temporada, Fluminense e Sesc já se enfrentaram duas vezes, ambas pelo Campeonato Estadual, com uma vitória para cada lado. Os jogos foram disputados na Gávea e no Tijuca Tênis Clube, com torcida única. Dessa vez o Tricolor jogará diante de sua torcida.

“É muito bom estar invicta após três rodadas, mas cada jogo é um jogo, e clássico tem uma energia diferente. É uma revanche contra o Flamengo, queremos muito vencer esse jogo. Agora teremos a torcida ao nosso lado e estamos muito confiantes”, disse a capitã Lara.

O time do técnico Guilherme Schmitz estreou na Superliga com vitória sobre o Barueri Volleyball Club no Hebraica e, na sequência, bateu o Abel Moda Vôlei, também em casa, e o Brasília Vôlei, fora.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Tricolor decide Estadual feminino de vôlei contra o Sesc Flamengo

Maior vencedor do Campeonato Estadual feminino de vôlei, o Fluminense busca nesta segunda-feira (24/10) seu 26º título da competição. O adversário na final é o Sesc RJ Flamengo, às 21h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube. O jogo será disputado com torcida única e contará com transmissão ao vivo do Sportv 2.

O Tricolor chega à decisão embalado. O time do técnico Guilherme Schmitz venceu o Tijuca em sua estreia na competição, em Laranjeiras, e o próprio Sesc, na sexta-feira passada (21/10), na casa do adversário, no ginásio Hélio Maurício, na Gávea.

“Nosso time chega bem preparado e tenho certeza que vamos nos apresentar bem. O jogo de sexta-feira serve como balizador, sim, mas começamos essa final com o placar de 0 a 0. O importante é ter lucidez, tranquilidade e ser um time taticamente disciplinado. Vimos na prática que, quando tivemos um pouco mais de lucidez nas ações o jogo virou para o nosso lado. Tenho certeza que será uma grande partida e espero que a gente saia vencedor“, disse Guilherme.

A última vez que o Fluminense venceu o Estadual foi em 2016, contra o então Sesc RJ. No ano passado, quando o adversário já havia feito a parceria com o Flamengo, o Tricolor venceu o jogo decisivo, mas acabou sendo superado no golden set e ficou com o vice-campeonato.

Esse ano são elencos diferentes, uma nova história. O ano passado serve de aprendizado, mas nada disso vai influenciar nossa apresentação nesta final“, explicou o técnico do Fluminense.

Devido ao regulamento, o Fluminense chega à final sem nenhum tipo de vantagem, apesar da melhor campanha no Estadual, com duas vitórias contra uma do adversário, e o mando de quadra é do Sesc RJ Flamengo.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Time de vôlei do Flu assiste à palestra do técnico de MMA André Pederneiras

O time feminino de vôlei do Fluminense participou, nesta quarta-feira (14/09), no auditório de Laranjeiras, de uma palestra realizada pelo técnico de MMA André Pederneiras junto a Ketlen Viera, atleta treinada pelo mesmo e destaque do esporte. Com muita troca de experiências, o debate foi avaliado por todas as partes de forma positiva, contribuindo para o crescimento em quadra e fora dela.
Temas como preparação técnica e mental, gestão de equipe, dificuldades e superação foram aspectos marcantes na discussão, ampliando a visão das atletas em relação a atributos centrais no esporte e colaborando para a evolução mútua.



“A maior importância dessa palestra é poder mostrar que um treinador de outro esporte pode trazer pontos que tocam atletas de modalidades diferentes. A troca de experiências agrega mutuamente”, declarou André Pederneiras.


Compartilhando do mesmo entendimento, Guilherme Schmitz, técnico do Fluminense, declarou:


“Eu acho a troca de experiências super válida. A luta possui relação com o nosso esporte em pontos centrais, como na busca por estratégias pré definidas em prol de seus objetivos e na preparação mental. O Dedé Pederneiras é um grande campeão de um dos maiores esportes de luta do mundo e escutá-lo agrega muito valor a nossa preparação também.”
.


Após a palestra, a atleta Lara Nobre, capitã tricolor, demonstrou seu contentamento com a troca e destacou a admiração pela mentalidade vencedora dos convidados.



“É sempre muito legal ouvir sobre outros esportes, ainda mais de pessoas com mentalidade campeã. Temos que tirar o máximo dessas oportunidades. Eu como capitã, gosto muito de ouvir diferentes experiências para me tornar uma líder melhor. Saio dessa palestra ainda mais motivada.”


Ketlen Vieira declarou sua felicidade com o convite feito pelo Fluminense e também destacou a importância da palestra para o crescimento mútuo.


“Eu fiquei muito honrada com o convite de estar aqui. Trocar essas experiências também foi muito importante para mim. Eu tenho certeza que vai contribuir muito para o meu crescimento e espero também contribuir para o delas.”, declarou Ketlen Vieira.

Texto: Comunicação/FFC

Fotos: Marina Garcia/FFC

Fluminense tem jogos da Superliga adiados após surto de Covid-19

Em exame realizado na quarta-feira (16/12), cinco atletas e dois membros da comissão técnica do time adulto feminino de vôlei do Fluminense testaram positivo para COVID-19. Com isso, as próximas três partidas do time pela Superliga Banco do Brasil, contra Curitiba Vôlei (19/12), São José dos Pinhais (22/12) e Sesc RJ Flamengo (29/12), foram adiadas. As novas datas para os confrontos ainda serão definidas.

As centrais Fran e Marcella, a oposta Arianne e as levantadoras Giovana e Júlia Parada apresentam sintomas leves e já cumprem quarentena. O técnico Hylmer Dias, que já havia sido detectado com COVID-19 no início do mês, e o analista de desempenho Rafael Rodriguez também testaram positivo e passam bem.

De acordo com o regulamento da competição, a equipe que apresentar quatro jogadoras com COVID-19 simultaneamente, ou duas levantadoras, terá seus jogos adiados durante o período de isolamento social (dez dias para assintomáticos e 14 dias para aquelas que apresentarem sintomas da doença).

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC

Argentina do vôlei do Flu homenagerá Maradona partida deste sábado

A central argentina do Fluminense, Julieta Lazcano, também capitã da seleção de vôlei do seu país, homenageará neste sábado (28/11) Diego Maradona, morto na quarta-feira passada (25/11), aos 60 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória. O nome do ídolo substituirá o de Juli na camisa número dez do Tricolor na partida contra o Dentil Praia Clube, às 19h, na Arena Minas, em Uberlãndia (MG), pela sexta rodada da Superliga Banco do Brasil.

“Sendo argentina, usar o número dez é uma honra para mim e, hoje, usar o nome dele nas minhas costas me faz sentir muito privilegiada. Estou feliz por fazer essa homenagem a ele por um clube que ama tanto o futebol”, disse a central, que está vestindo a camisa dez pela primeira vez na carreira. “Sempre joguei com a 11, mas justo esse ano o número já tinha ‘dona’. Então, pensei bastante e um amigo perguntou se eu sabia o que significava a camisa dez para nós, argentinos, e se eu estava pronta para o peso desse número. E eu disse que sim, estava”.

Juli ficou sabendo da morte de Maradona em um grupo que tem com a família em um aplicativo de mensagens. A princípio, a atleta não acreditou na notícia enviada pelo irmão.

“Achei que era notícia falsa e entrei no Twitter para saber se era verdade. Chorei, senti muita tristeza, senti a tristeza do povo argentino no meio de uma pandemia, em um ano tão difícil para tudo mundo. Pensei em como meu país está sofrendo. Senti que uma parte de nosso folclore morria. Lembrei de cada país que visitei, onde as pessoas me perguntavam de onde eu era e, quando dizia que era da Argentina, todos respondiam: ´Maradona'”, relembrou.

Para Juli, Maradona era um representante do povo argentino.

“Maradona era ídolo de muitas pessoas no meu país. Muitos julgaram suas decisões, mas eu acredito na frase que fala ‘quando alguém julgar o teu caminho, empresta para ele o teus sapatos’. Ele sempre foi um representante do futebol do povo e deu muitas alegrias a Argentina. Na Copa de 86, depois de uma guerra que deixou muitas tristezas, Maradona sabia que o jogo contra a Inglaterra era mais que futebol. Ele estava escrevendo uma parte da história”, finalizou Juli Lazcano.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fluminense estaria próximo de acertar grande reforço para equipe de vôlei

O Fluminense está muito próximo de anunciar um grande reforço para sua equipe feminina de vôlei para sequência da temporada, trata-se da campeã Olímpica em 2008 pelo Brasil, Mari Steinbrecher.

Mari que teve sua última temporada nas quadras na temporada 2016/17, quando defendeu o Vôlei Bauru, estava atuando no vôlei de praia, quando formou dupla com a também campeã Olímpica, Paula Pequeno.

A informação foi divulgada pelo jornalista Bruno Volloch, em seu blog no Estadão, que informou ainda que a negociação entre a jogadora e o clube das Laranjeiras está por detalhes de ser concretizado.

Foto em destaque: Alexander Joe/AFP/Getty Images

Meninas do Flu entram em quadra nesta quarta para disputar o troféu Super Vôlei Banco do Brasil

O Fluminense inicia nesta quarta-feira (28/10) mais uma etapa de sua preparação para a disputa da Superliga feminina de vôlei 2020/2021. O Tricolor enfrenta o Sesc RJ Flamengo pelas quartas de final do Troféu Super Vôlei Banco do Brasil, às 19h, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), com transmissão ao vivo do SporTV 2. A competição foi criada para suprir o cancelamento do playoff da Superliga 19/20 em razão da pandemia da COVID-19.

Fluminense e Sesc RJ já se enfrentaram esse ano pela final do Campeonato Estadual, quando o rival levou a melhor por 3 sets a 0 em uma partida muito disputada.

“Esperamos fazer um jogo melhor do que a final do Carioca. O time ainda está em formação e só temos quatro semanas e meia de treinos. Ainda não podemos contar com a Dayse e a Fernanda Tomé, que são jogadoras importantes. Vamos disputar a competição com uma base nova e espero que isso ajude no crescimento do time e que esse torneio ajude na nossa preparação para a Superliga”, disse o técnico Tricolor Hylmer Dias.

Um dos destaques do Fluminense no Estadual, a ponteira Julia Moura também acredita na evolução da equipe.

“Acredito que estamos em uma crescente e nossa meta é evoluir cada vez mais visando a Superliga. Temos um pouco mais de um mês de preparação e a cada semana estamos mais entrosadas, sentindo uma melhora a cada treino. Acredito que tem tudo para ser um jogo equilibrado”, afirmou Julia.

No Troféu Super Vôlei as equipes se enfrentam em cruzamento olímpico (1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6 e 4º x 5º) baseado na classificação final da fase regular da Superliga 19/20. A decisão será disputada no próximo sábado (31/10).

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Meninas do vôlei do Flu iniciam temporada 20/21 neste sábado

O time adulto feminino de vôlei do Fluminense estreia no Campeonato Estadual neste sábado (17/10), contra o Tijuca Tênis Clube, às 17h, na casa do adversário. Com apenas dois meses de treinamento presencial devido ao isolamento social causado pela pandemia de coronavírus, o time do técnico Hylmer Dias utilizará o Carioca como mais uma fase de preparação para a Superliga 2020/2021, principal competição do ano.

Para a partida contra o Tijuca, o Tricolor já contará com os reforços da oposta Arianne, da ponteira Dayse e das centrais Fran e Juli Lazcano. A ponteira Fernanda Tomé, também contratada para essa temporada, e a central Natasha serão poupadas devido a dores musculares.

A última vez que o Fluminense entrou em quadra foi no dia 10 de março, contra o Flamengo, pela rodada final do returno da Superliga. Na ocasião, o Tricolor venceu de virada e fechou a fase de classificação do campeonato nacional na sétima colocação. O time garantiu vaga nas quartas de finais, porém, a pandemia provocou o encerramento precoce da competição.

O Fluminense começa o jogo deste sábado com: Giovana, Arianne, Julia, Dayse, Fran, Juli Lazcano e Andressa.

Foto em destaque: Mailson Santana/Fluminense FC

Argentina reforça equipe de vôlei do Fluminense

O Fluminense segue se preparando para a disputa da Superliga Feminina de Vôlei e, o time do técnico Hylmer Dias ganhou um importante reforço para a temporada 2020/2021. Julieta Lazcano, capitã da seleção argentina e medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos Lima 2019.

Essa será a segunda passagem de Julieta pelo voleibol brasileiro, antes, a argentina já havia defendido o Coritiba, em 2018.

A central de 31 anos e 1,90m de altura chegou ao Rio de Janeiro no fim da semana passada e já treina com suas novas companheiras no ginásio de Laranjeiras.

Com a chegada da experiente atleta, o técnico Hylmer Dias acredita que além de ajudar no desempenho esportivo do time, Julieta também acrescenta em experiência ao novato time Tricolor:

– É uma jogadora com muita bagagem, capitã da seleção argentina, acredito que vai contribuir muito com a equipe. Ela tem uma altura boa e ataque muito bem na china – explicou o treinador.

Julieta que esteve atuando no vôlei da Polônia, no ano passado, disse estar realizando um sonho ao defender as cores do Fluminense:

Na primeira vez que enfrentei o Fluminense, quando jogava pelo Curitiba, pensei: ‘Quero jogar aqui. Gostei muito desse clube’. Foi um pressentimento. Depois fui para a Polônia, mas não estava satisfeita lá e queria voltar para o Brasil. Até que em maio fui procurada pelo Fluminense e deu tudo certo – contou a argentina que disse ser apaixona pelo Rio:

Conheci a cidade quando disputei os Jogos Olímpicos, em 2016, e me apaixonei. As pessoas aqui são muito boas e quando joguei contra o Fluminense em 2018 achei isso também. Amo a cidade, gosto muito do clube e agora, que estou conhecendo melhor, gosto cada vez mais – Completou.

Foto em destaque: Mailson Santana/FFC